Sexta-feira, Fevereiro 27

anjus do abismu visitaram a terra e junto com as pombas e os ratos e os gambás escreveram seus relatorios e junto com as arvores as nuvens o oceano e as rochas e enrgias emanadas por esses felas e os pontos e as linhas fizeram o resto junto com o clamor continuo de todos os sec7ulos

serenmos engolidos porque engolimos as mais belas perolas do universo
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Resultados da pesquisazurzindo e afagandoMia Couto é um dos grandes autores da nossa língua e passará a ser presença ... A li já se queixou da falta de regularidadede publicação aqui no blogue. ..... sont possédés d’une telle force que le cuir semble prêt à se rompre. .... Na primeira noite eu, a Lirita e uns quantos amigos fomos passear e beber um copo. ...
zurzindoeafagando.blogspot.com/ - 170k - Em cache - Páginas Semelhantes
[RTF] Preciso de idéias pra começãrFormato do arquivo: Rich Text Format - Ver em HTML
O que se dá com as máquinas se dá também com o pensamento que não estão separados um .... Sobre o computador pode-se falar de linguagem, memória, lógica, aprendizado, .... Mais il est aussi sûr qu'elle a contribué à rompre l'ancienne alliance de l'homme .... 1 O que poderíamos chamar aqui de um pensar por objetos. ...
www.eca.usp.br/nucleos/filocom/eduardo.rtf - Páginas Semelhantes
de E Duarte - Artigos relacionados
[PDF] ABORDAGENS INTERDISCIPLINARES AO “PSYCHISME HYDRANT” BACHELARDIANO ...Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - Ver em HTML
Água e som, acordes e catedrais de som unem-se aqui numa metamorfose .... vapor referida e o corpo flutuante de Ofélia, vislumbra-se uma máquina de vapor .... primeira vez, embora de modo ainda incompleto e com uma teorização algo equivocada ..... E esta excepção visa nada mais nada menos do que “rompre les lois du ...
www.apef.org.pt/carnets/2009/auretta.pdf - Páginas Semelhantes
4 Epistemologia e Linguagemde pontes ou a produção de máquinas de lavar roupa; há formas de prática .... publicado pela primeira vez em alemão, em 1975. ..... Desse modo, não cabe aqui tomar partido no dilema de saber se a escrita da ...... rompre conplètement avec la narrative sans abadonner son sens historique (....)(Ricoeur,. 1983, p.250) ...
www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/cgi-bin/PRG_0599.EXE/4360_5.PDF?NrOcoSis=10144&CdLinPrg=pt - Páginas Semelhantes
em português « Ponte aérea Rio-São PauloPreocupe-se conosco e com o que está acontecendo aqui, oras! Danem-se os franceses! (E olha que eu amo a França, os franceses, a cultura e a língua francesas com .... se estão ali, e se ali é a festa da vez, e se é hype estar ali, então, ... O verde das plantas e o cheiro da terra que explodem com a primeira chuva ...
elviraf.wordpress.com/category/em-portugues/ - 105k - Em cache - Páginas Semelhantes
Associação Obra Gay - LGBT e MediaMáquinas de preservativos expoem a delicada relação entre sexo e ..... Afin de rompre l’isolement et la solitude de ces femmes, quelques unes ont prit leur ... Pela primeira vez, vamos organizar, jantares, festas, encontros, .... Aqui, e uma vez que se trata de pensar a influência do movimento de luta contra a sida ...
www.opusgay.org/LGBTeMedia.html - 124k - Em cache - Páginas Semelhantes
O CondadoUm cabo de aço se rompre, e todos que estavam no salão principal do giganstesco .... como eu na vez passada, colocando meio palmo de língua para fora. ... pois a primeira estrada que cortava o canavial, estava fechada. ..... Hoje, enquanto eu jogava, um homem sentou-se na máquina ao lado para correr comigo. ...
fabriciobarbosa.blogger.com.br/2004_12_01_archive.html - 126k - Em cache - Páginas Semelhantes
MercadoLivre: COMPUTADOR TK85 MICRODIGITAL - R$ 40.00A memória central é composta de 10 kbytes de ROM, pré-gravada na fábrica com um programa monitor ... a que é, por sua vez, ligada à rede normal, de 110 ou 220 V CA). ... com a mesma disposição das de um teclado QWERT de máquina de escrever. ... instruções e funções da linguagem BASIC: ao se pressionar uma tecla, ...
produto.mercadolivre.com.br/MLB-76976855-computador-tk85-microdigital-_JM - Páginas Semelhantes
Semiramis: Aron e SartreTambém aqui as posições de Aron se revelaram correctas. ..... Pois sua linguagem, como detesta o romantismo, e é desprovida de sonhos humanistas, é autêntica máquina assassina, e nem Filósofos Consagrados escapam. ..... Sartre nunca visitou, ou sequer alguma vez se interrogou, acerca de um Hospital psiquiátrico e ...
semiramis.weblog.com.pt/arquivo/2005/03/aron_e_sartre.html - 88k - Em cache - Páginas Semelhantes
Galvão - Artista Plástico1 CAMPOS Haroldo – A Máquina do Mundo Repensada/ Atelier Editorial / São Paulo 2000. ... sugere ao criador alterações e caminhos adequados para o seu uso – aqui, .... II faut rompre la rigidité et accepter toutes les combinaisons possibles." .... Galvão é um purista que introduz a poética da cor numa linguagem ...
www.galvao.art.br/criticas.php - 43k - Em cache - Páginas Semelhantes

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Resultados da pesquisaBuracos Negros9 postagens
Os buracos negros são um mistério espacial em nossa sociedade. ... Buracos Negros. « Responder #1 : Maio 05, 2002, 12:04:31 » ... Nele, a curvatura do espaço-tempo é tão forte que as leis da relatividade deixam de ter ... com veracidade absoluta, por essa razão o assunto se torna muito discutido na filosofia. ...
www.consciencia.org/forum/index.php?topic=233.0 - 64k - Em cache - Páginas Semelhantes
Buracos-negros, Anãs brancas e Estrelas de Neutrôns10 postagens
Buracos-negros, Anãs brancas e Estrelas de Neutrôns. « Responder #1 em: Janeiro 19, 2006, ... Como todos sabem, o conceito de buracos-negros só pôde ganhar forma e conteúdo ... ou é um lugar em que as Leis da Física cessam de vigorar. .... no fim de contas vemos que a RAZÃO - instituição valorizada na sociedade ...
astronomia.ultimate.pt/forum/index.php?topic=141.0 - 68k - Em cache - Páginas Semelhantes
Cientista prova a existência de Deus | DdR - Discípulo da Razão ...Nesse “buraco negro” entra Deus. Segundo Keller, apesar dos nítidos .... A existência das leis naturais é dependente de Deus, afinal foi Deus quem as .... há perguntas que a ciência não responde, mas o universo está aqui e nós, nele. ...
discipulodarazao.com/2008/03/28/cientista-prova-a-existencia-de-deus/ - 45k - Em cache - Páginas Semelhantes
JPN: Maior acelerador de partículas do mundo pode dar grande passo ...nao quero ir prum buraco negro. Responder a este comentário ..... Este projecto tem também o intuito de descodificar por que razão, no planeta, .... Com DEUS não se brinca, eu acho que esses cientistas estão brincando com a lei de DEUS, ...
jpn.icicom.up.pt/.../maior_acelerador_de_particulas_do_mundo_pode_dar_grande_passo_para_a_compreensa... - 93k - Em cache - Páginas Semelhantes
ISTOÉ - IndependenteAtravés de leis da física e da filosofia, pesquisador polonês mostra que deus existe ... há perguntas que a ciência não responde, mas o universo está aqui e nós, nele. Nesse “buraco negro” entra Deus. Segundo Keller, apesar dos nítidos avanços ... à razão de existir daquele livro ou à razão de ele ter sido escrito. ...
www.terra.com.br/istoe/edicoes/2003/artigo75449-1.htm - 36k - Em cache - Páginas Semelhantes
o sol, o centro da nossa galáxia, buracos negros,etc.o sol, o centro da nossa galáxia, buracos negros,etc. « Responder #1 em: ... Ou seja, por uma razao matematica que está calculada por este senhor, ... Ora bem, entao buracos negros... Um buraco negro nao é assim tao estranho de se compreender, alias, ate é bastante facil, as leis da fisica funcionam perfeitamente, ...
www.apocalipse.us/forum/index.php?topic=2515.0 - 40k - Em cache - Páginas Semelhantes
Cosmofórum - FÓRUM BRASILEIRO DE ASTRONOMIA :: Exibir tópico ...Sim, foi o que eu disse, as Leis de Newton são usadas para explicar a interação gravitacional, você é quem não .... Sobre os buracos negros: http://www.if.ufrgs.br/~thaisa/bn/index.htm .... É amigo Edu,parece que tens razão.Só são flutuações quânticas. ... Responder Tópicos: Negado. Editar Mensagens: Negado. ...
www.cosmobrain.com.br/cosmoforum/viewtopic.php?p=56236&sid=fe545fa3a922f49684ae8137ce1742de - 20 horas atrás - Páginas Semelhantes
O buraco negro da Educação Nacional - Página 315 postagens - 6 autores - Última postagem: 14 mar. 2008
A camisola é negra e diz "Estou de luto pela educação"!! ... ... Ora, tens toda a razão, estava repetida Rolling Eyes ... Começou há muitos anos, quando Sottomayor Cardia se lembrou de fazer uma lei de gestão das escolas e .... Permissão deste fórum: Você não pode responder aos tópicos neste fórum ...
www.forumlusitana.org/opinioes-e-devaneios-f3/o-buraco-negro-da-educacao-nacional-t548-30.htm - 71k - Em cache - Páginas Semelhantes
ms_buraco_negro2Nesta singularidade , as leis científicas e nossa capacidade de previsão do futuro .... Estes buracos negros ‘de Kerr’ giravam a uma razão constante, ...
www.felipex.com.br/ms_buraco_negro2.htm - 43k - Em cache - Páginas Semelhantes
[PDF] O Retorno da ReligiãoFormato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - Ver em HTML
buraco-negro ao quark. O mistério nos confronta ao olharmos fixamente acima .... mundo natural, seguro nas alturas pelas indispensáveis leis da Razão. ... respondê-los. Em nenhuma parte em nosso mundo está a porta que deveríamos ...
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há seres nefastos na gothan da mula sem cabeça andam de azul e de vermelho e usam brincos de betume nos narizes cheirando merda e defecando in the mouth of childrem cosmos enviou um buraco negro ...

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I
AH NA FANTA NA CHAMPANHA E NA PRESENÇA DE DOIESIS TRES E QUATRO MANS E AI I M NOT MAN I MA A DOLL
AND I DONT GIVE SHIT FOR ANITHING INCLUDEDE ALL E ENJOY YOURSELF E TAKE YOUR SELF CONFORTABLE MY FRIEND AND GOODBYE
I
NAS MULTIDOES ESTELARES HÁ ZILHOES DE SONS E VOZES GRITANDO PROS BICHO DO MATO QUALQUE É DOS IRMÃO BICHO BEBENDO AGUA E
poesia do mula sem cabeça e do saci perere e da barbie







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2007 « Crônicas de um jovem criativo, otimista e cabeça-abertaMais conhecido como inferno para uns, salvacao para outros, as P3 sao tidas como o bit quantico: eh 0 e 1 ...... 68 - Kratos faz bonecos de neve no verão. ...
rurounikz.wordpress.com/2007/ - 152k - Em cache - Páginas Semelhantes
Dezembro 200712-Soul Division feat Vanessa Jay-I Can't Love Anymore ...... Criptografia? Q isso? Tamanho: 38Mb; Hospedagem: Rapidshare ...... Você pode definir a ordem das imagens e contará com um relógio de neve no canto ... de bonecos de neve, presentes, cartoons e muito mais. ..... Chuva do Inferno - DVDRip - XviD - Dublado ...
uudoov.blogspot.com/2007_12_16_archive.html - 619k - Em cache - Páginas Semelhantes

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dos infernos da poesia dos poroes do universo das galaxias de alewm uma ralça jamai vista de anjos abisdsai cobertos de poder e gloria ed

and
him










Esta é a versão em html do arquivo http://www.linux.ime.usp.br/~cleberc/seminarios/seminario_inferno.ppt.
G o o g l e cria automaticamente versões em texto de documentos à medida que vasculha a web.


1


Inferno
http://www.vitanuova.com/


Seminário de MAC 5755

Sistemas Operacionais Distribuídos


Cleber Miranda Barboza

cleberc@linux.ime.usp.br



2


Introdução


O que é o inferno?
Sistema Operacional que fornece facilidades para o desenvolvimento e a execução de:
Serviços Distribuídos
Aplicações de Rede


Desenvolvido por Lucent Technologies' Bell Labs


3


Alguns requisitos


Sistemas pequenos
1MB RAM


Sistemas médios
4MB RAM


Sistemas maiores
16MB RAM


4


Principais características


Portabilidade: Intel, SPARC, MIPS, PowerPC
Design Distribuído
Adaptabilidade Dinâmica
Aplicações portáveis
Utilizado das seguintes maneiras:
Sistema Operacional Nativo
Hospedado dentro dos seguintes sistemas:
Windows
Unix (Irix, Solaris, FreeBSD, Linux, AIX, HP/UX)
Plan 9


5


Influência


Influência do sistema operacional Plan 9 (três princípios):


Recursos como arquivos


Espaço de nomes


Protocolo de comunicação padrão


6


Recursos como arquivos


Todo recurso é visto como um arquivo
Não importa se é local ou remoto
Acesso a recursos através das operações:
open, close, read, write
Principais vantagens
Interface simples e bem definida
Alta portabilidade
Segurança


7


Recursos como arquivos (Cont.)


Interface de rede: /dev/tcp, /dev/udp, etc
Informações de processos: /prog
Sistema de janelas: /dev/draw
Informações: /dev/user, /dev/time, /dev/sysname, /dev/random
Cada diretório tipicamente contém dois arquivos:
data
ctl


8


Espaço de Nomes


Representação uniforme de recursos
Cada conjunto de arquivos é visto como uma estrutura hierárquica
Espaços de nomes podem ser
Importados
Exportados
Uso do protocolo Styx
Transparência de localização


9


Espaço de Nomes (Cont.)


Principal vantagem
Aplicações podem usar recursos de maneira totalmente transparente
Exemplo de uso: depuração remota de programas
Um depurador gráfico poderia ler informações presentes em /prog
Detalhe: /prog pode ser local ou remoto
No caso de depuração remota, importa-se o espaço de nomes /prog
Como importar espaços de nomes?


10


Espaço de Nomes (Cont.)


Importando espaço de nomes:


mount tcp!143.107.45.20 /n/remote/camera

mount tcp!143.107.45.21 /n/remote/vcr


bind /n/remote/camera /homework/camera

bind /n/remote/vcr /homework/vcr


E para exportar espaço de nomes?


11


Protocolo de Comunicação


Styx
Protocolo para apresentação de recursos
Variação do protocolo 9P desenvolvido para o Plan 9
Idéia básica: codificar operações de arquivos em mensagens para serem transmitidas via rede
Transparência completa de recursos
Usuários (desenvolvedores de aplicações) não vêem o protocolo, mas apenas aquivos
Acima e independente da camada de comunicação (TCP/IP, ATM, PPP, etc)


12


Protocolo de Comunicação (Cont.)


É o Styx quem provê:


Visão hierárquica de recursos


Informações de acesso: permissões, tamanhos e datas de arquivos (recursos)


Semântica para leitura e escrita


13


Protocolo de Comunicação (Cont.)


Modelo OSI (Open System Interconnection):


7 Application

6 Presentation

5 Session <======= Styx

4 Transport

3 Network

2 Data link

1 Physical



14


Protocolo de Comunicação (Cont.)


Resolvendo nomes:


echo www.ime.usp.br > /net/dns


cat /net/dns


143.107.45.20




15


Protocolo de Comunicação (Cont.)


Estabelecendo uma conexão:
Ler o conteúdo de /net/tcp/clone
Resultado: /net/tcp/43
Escreva a mensagem a seguir em /net/tcp/43/ctl :
connect 8080 143.107.45.20

Em seguida, a comunicação com www.ime.usp.br é feita através da leitura e escrita sobre o arquivo /net/tcp/43/data


16


Limbo


Limbo é a linguagem de programação para o Inferno
Sintaxe influenciada pelo C e Pascal
Compilador do Limbo semelhante ao do Java
Código objeto gerado (bytecode - aquivo .dis) é independente de máquina
Interpretação do código por uma Máquina Virtual (Dis) - Segredo da portabilidade das aplicações


17


Limbo (Cont.)


Programação modular
Um programa limbo é composto por um conjunto de módulos que cooperam para realizar uma tarefa
Um módulo consiste basicamente de duas partes:
Especificação das interfaces públicas (funções, constantes, tipos abstratos de dados, etc)
Código que implementa as interfaces
Módulos são carregados dinamicamente (load)
Checagem de tipagem rígida em tempo de execução e compilação
Tipos de dados abstratos


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Limbo (Cont.)


Alguns tipos dados presentes na linguagem:
Byte unsigned (8-bits)
int signed (32-bits)
big signed (64-bits)
real long float (64-bits)
list,array
String
channel (para comunicação entre processos)
adt (análogo ao struct presente em C)
pick (análogo ao union presente em C)
module


19


Limbo (Cont.)


hello.b)

implement Hello;

include "sys.m";

sys: Sys;

include "draw.m";

Hello: module

{

init: fn(ctxt: ref Draw->Context, argv: list of string);

};

init(ctxt: ref Draw->Context, argv: list of string)

{

sys = load Sys Sys->PATH;

sys->print("hello, world\n");

}



20


Dis


Dis é a Máquina Virtual (MV) do Inferno
Desenvolvido também para compilação on-the-fly (just-in-time)
Uso dos bytecodes para produzir código nativo
O design da MV envolve:
Conjunto de instruções
Sistema de módulos


21


Dis (Cont.)


Instruções seguem o modelo CISC (Complex Instruction Set Computer):
OP src1, src2, dst
Exemplo: c = a + b
add a, b, c

Existência de instruções para
Alocar memória, carregar módulos, criar processos
Sincronização e comunicação entre processos


22


Dis – Gerenciamento de memória (Cont.)


O gerenciamento de memória está ligado ao conjunto de instruções da MV
Uso de um coletor de lixo híbrido
Contagem de referências
real-time sweeping (mark-and-sweep), três passos:
Para todo objeto no sistema, se ele tem uma marca, ela é limpa
Através das pilhas de execução, encontra-se os objetos que estão sendo referenciados, marcando-os
No passo final, percorre-se o heap linearmente, removendo todos os objetos que não possuem a marca


23


Segurança


O Inferno provê segurança de:
Comunicação
Controle de recursos
Integridade de Sistema
Existência do conceito de canais de comunicação entre processos
Mensagens criptografadas
Mecanismos que evitam mensagens corrompidas


24


Segurança (Cont.)


Os recursos são acessados somente por chamadas de módulos que os provê
Adição e remoção de recursos de um espaço de nomes é controlada
Presença de mecanismos de autenticação
Alguns algoritmos de criptografia presentes:
SHA, MD4, MD5, Elgamal (assinaturas), RC4, DES, Diffie-Hellman (chave pública)
Criptografia das mensagens é transparente para as aplicações


25


Inferno/Limbo vs. JavaOS/Java


Limbo vs Java
Ambos possuem sintaxe influenciada pelo C
Utilização de uma máquina virtual por ambos
Java usa o conceito de objetos
Limbo é um pouco mais simples, entretanto provê alguns tipos de dados sofisticados, como o channel (comunicação), além de mecanismos para controle de concorrência, autenticação, segurança, etc
Biblioteca gráfica do Inferno (Tk) mais completa que o AWT


26


Inferno/Limbo vs. JavaOS/Java (Cont.)


Máquina virtual
A arquitetura do inferno segue o modelo de transferência de memória (memory-to-memory)
As instruções do Dis são traduzidas para uma única instrução de máquina (CISC)
Já a JVM (Java Vitual Machine) usa a arquitetura de pilha
Utizando o exemplo c = a + b, teriamos:
push a

push b

add

store c



27


Visão geral da arquitetura



28


Ambiente gráfico



29


Exemplos de uso



30


Inferno - Hoje


Hoje o inferno se encontra em sua 4.a edição


Desenvolvimento em passos lentos
Lista de discussão apresenta por volta de 30 mensagens por mês


Talvez se o código fosse aberto…


Há planos para realizar integração com o Java


31


Referências


Vitua Nova. Inferno Overview, em:


Sean Dorward, Rob Pike, David Leo Presotto, Dennis M. Ritchie, Howard Trickey, Phil Winterbottom. The Inferno Operating System, em:
Rob Pike, Dennis M. Ritchie. The Styx Architecture for Distributed Systems, em:
Dennis M. Ritchie. The Limbo Programming Language, em:
Phil Winterbottom Rob Pike Bell Labs.The design of the Inferno virtual machine, em:

Quinta-feira, Fevereiro 26

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Page 1

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Page 2
Revista da Faced, nº 08, 2004 187Berçários de Cinismo:Mídia e identidade na contemporaneidade1RESUMO: Este artigo analisa os limites e desafios da sociedade contemporâ-nea em face do avanço das tecnologias da imagem e do poder das mídias,buscando situar o sujeito diante do poder do discurso midiático, da cultura doefêmero e da cegueira da ética.PALAVRAS-CHAVE: mídia, imagem e contemporaneidade.Sabemos que nada é eterno.Tudo se quebra, tudo passa,tudo cansa.Michel MaffesoliO presente é o instanteem que a roda do automóvelem alta velocidadetoca minimamente o chão.Clarice LispectorVivemos na contemporaneidade uma mestiçagem cultural ede linguagens, midiáticas, sonoras, imagéticas, corporais. Umatrama plural que se revela em toda sua complexidade com múlti-plos nós a serem problematizados, virtualizados, atualizados. Umtempo que nos convoca a sair dos gabinetes e dos encastelamentosparadogmáticos e refletir sobre a necessidade do diálogo, da con-versação, da polifonia, da complexidade, do evento e do aconte-cimento.Considero que a palavra que melhor define o tempo em quevivemos é caos. Somos constantemente confrontados e convida-dos ao contato com ambientes caóticos. A cena contemporâneaé de crise. Lidar com o contemporâneo é lidar com um tempo decegueira, como nos ensina Saramago. Uma cegueira talvez decor-rente das luzes da racionalidade moderna.Jamile Borges da SilvaProfª da UFBA, Antropóloga, M.Sc.em Educação e Doutoranda/UFBA.[jam_ufba@hotmail.com](1) Este artigo foi produzido apartir da Palestra realizada no IIºSimpósio Baiano de Psicologia naFundação Para o Desenvolvimentodas Ciências/Bahia, em 06 desetembro de 2003.miolo FACED 8 novo.p6529/9/2005, 13:59187
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Page 3
Revista da Faced, nº 08, 2004188Nas palavras do próprio Saramago, encontramo-nos no caoso caos autêntico deve ser isto. Haverá um governo, disse o primeiro cego,Não creio, mas, no caso de o haver, será um governo de cegos a quereremgovernar cegos, isto é, o nada a pretender organizar o nada. Então não háfuturo, disse o velho da venda preta, Não sei se haverá futuro, do queagora se trata é de saber como poderemos viver neste presente, Semfuturo, o presente não serve para nada, é como se não existisse, Pode serque a humanidade venha a conseguir viver sem olhos, mas então deixaráde ser humanidade, o resultado está à vista, qual de nós se consideraráainda tão humano quanto antes cria.. (...) Regressamos à horda primitiva(...) com a diferença de que não somos uns quantos milhares de homense mulheres numa natureza imensa, intacta, mas milhares de milhõesnum mundo descarnado e exaurido”. .E esse mundo descamado não tem nada a ver com certezasou com qualquer tipo de estabilidade. Trata-se, contraditoriamen-te, de uma espécie de desmanche, clivagem, fragmentação. O su-jeito se desmancha e se refaz a todo momento, assim como asimagens. Desfaz-se a ordem da Modernidade, para instaurar a ‘des-ordem’ de um tempo em que o que se vê são as tentativas debricolage e costuras.A gramática que se produziu para dar conta destes novostempos é também confusa e sombria, nos remetendo a desman-ches culturais, fraturas sociais, desconstrução do sujeito, aniqui-lamento do indivíduo, saturação dos grandes ideais, fim das uto-pias e da história, horror econômico e terrorismo político.A explosão de informações, o fluxo da hiper-realidade em tudo,dos megabytes à propaganda de TV, a saturação das mídias no fimdo século XX, com acesso a domínios privados da consciênciahumana, criaram, segundo Steinberg , S. e Kincheloe, J. (2001),uma vertigem social, diminuindo nossa capacidade tanto paraencontrar soluções quanto para engendrar paixão por compro-misso ético e político.A linguagem destes novos tempos requer prudência, os sig-nos desta nova era não são fixos, antes, porque vivemos em umafase de incertezas, novas categorias emergem como: transversa-lidade, transglóssico, transnacionais, trans-identidades. A lingua-gem dos novos tempos transita, relaciona, não é fixa, conformenos advertem vários autores, Baudrillard, Bauman, Lyotard.miolo FACED 8 novo.p6529/9/2005, 13:59188
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Revista da Faced, nº 08, 2004 189Anunciamos um século que começava com um gosto amargode desconstrução, de insegurança e de múltiplas formas de violên-cia: física, ética, simbólica, cultural e política. A despeito disto, pre-nunciamos (com esperanças de que se concretizasse) um sujeitolivre das amarras da modernidade com acesso às aspirações mági-cas de um futuro regido pelo império da técnica e da acessibilida-de. O sujeito seria livre para transitar entre fios e cabos óticos, nafronteira entre o humano e suas extensões cognitivas.Ao mesmo tempo, fomos advertidos por Haraway que a ques-tão não é mais agora quem é o sujeito, mas quem precisa do sujeito? Paraa autora, a subjetividade humana é, hoje, mais do que nunca umaconstrução em ruínas. Ela nos advertia também que, ironicamente,são os processos que estão transformando de forma radical o corpohumano – clones, ciborgues, próteses, implantes etc.- que nos obri-gam a pensar: quem somos? E, é no confronto com esses híbridostecnoculturais que nossa subjetividade se vê questionada.A psicanálise de Freud e Lacan, no século XX, atacou a sobe-rania do Sujeito ao afirmar que ele não é quem pensa que é. Vive-mos numa época em que noções como identidade, subjetividade,gênero, cultura são compostos de uma variedade de fragmentose não mais de inteiros epistemológicos ou verdades absolutas.Parafraseando Bauman (2004), a contemporaneidade se esvai pornossos dedos, líquida, volátil, fluida.A psicanalista e semióloga Julia Kristeva indaga se não esta-ria acontecendo hoje uma redução da vida interior ao sabor dosfluxos midiaticos? Segundo Kristeva, estamos imersos nummutismo psíquico e saturação de imagens que já não sabemos ounão conseguimos representar a nós mesmos.Ao passo que a velocidade dos acontecimentos e a sucessãode signos midiáticos nos induzem paradoxalmente a crer emmodelos standardizados de sujeito, por outro lado, estar em mo-vimento, antes um privilégio e uma conquista, torna-se hoje umanecessidade. Manter-se em alta velocidade, antes uma aventuraestimulante, vira agora uma tarefa cansativa. (Bauman, Z. 2004)Para o psicanalista Jorge Forbes, (2004:76) o mundo virouum porre e está todo mundo de porre. Há um gozo deslavado,debochado, escancarado que está nos levando a conseqüênciaspreocupantes. A toxicomania, a histeria, o fracasso escolar e os“conseqüentes” suicídios de jovens, os mesmos que matam pais emães são, segundo ele, reações da globalização, do curto-circuitomiolo FACED 8 novo.p6529/9/2005, 13:59189
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Revista da Faced, nº 08, 2004190das palavras. O mundo perdeu os padrões que nos orientavam eagora não sabemos mais o que fazer nele e com ele.Historiadores, psicólogos, sociólogos, antropólogos, cada uma seu modo e com seu aparato epistemológico, têm se voltadopara esse sujeito: o homem imerso nesse oceano sígnico e pre-nhe de imagens, a incitação permanente ao hedonismo, ao gozoe à não interdição.; um mundo em que não se vivencia a falta.Será que essa nova sintaxe, esses signos e processos midiáticosusados cada vez com menos vocábulos podem nos levar a umainfantilização da cultura?O filósofo francês Paul Virilio diz que na era tecnológica, ohomem teria perdido a capacidade de ler, instalando-se uma es-pécie de “dislexia” na cultura, visto que estaria ocorrendo umdesinvestimento na capacidade e na habilidade de leitura numasociedade quase totalmente visual. Esse desinvestimento reves-te-se agora da afirmação de novas habilidades para sobreviverem meio ao fugidio e ao fugaz. Agora, em todos os campos, otornar-se “a moda do mundo” está na ordem do dia e as leis daimitação, propostas, extemporaneamente por Gabriel Tarde, pa-recem ser a regra atualmente. Em síntese, não é mais a autono-mia que prevalece, o eu sou a minha própria lei, mas a minha leié a do outro. (Maffesoli, M. 2000)Nesse mundo, a subjetividade contemporânea se produz numambiente em que os discursos e os signos publicitários articulam opúblico e o privado de tal modo que a dimensão mais íntima denosso cotidiano parece estar permanentemente exposto às radio-grafias televisivas e às campanhas publicitárias. A morada do sujei-to contemporâneo não possui mais divisórias, aliás, bem ao estilodo que se vende na televisão, habitamos numa espécie de loft ondenão é possivel separar o espaço de estar do espaço de evacuar.Nas últimas décadas, a torrente das mídias está onde a aceleração é maisinconfundível. As imagens se espessam continuamente, a paisagem so-nora fica mais barulhenta, a montagem mais frenética. A questão é nossacudir, chacoalhar e rolar, manter-nos sem fôlego, deliciar-nos, caçar-nos e mergulhar-nos numa ávida suspensão da descrença. (Gitlin,2004:p.123)Para Gilles Lipovetsky, com o hedonismo, as sociedades con-temporâneas entraram numa civilização em que a moral heróicamiolo FACED 8 novo.p6529/9/2005, 13:59190
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Revista da Faced, nº 08, 2004 191ou sacrificial não tem mais legitimidade. Não se quer mais expora vida por uma causa, ideológica, política ou religiosa. A vida temmais valor do que as causas. O sonho do paraíso futuro cede lu-gar à busca da satisfação imediata. Não se trata de cinismo, masde um certo pragmatismo. Cada um, num tabuleiro de jogadascomplexas, perde e ganha conforme a sua habilidade para moveras peças. Todos, porém, buscam o mesmo objetivo: gozar.O gozo não é mais remetido a algum hipotético ‘amanhã que canta’, nãoé mais transferido para um paraíso do futuro, mas vivido, do jeito que dá,no presente. (Maffesoli, M. 2000:52)A solidão e a privacidade são vendidas como mercadoriasessenciais apenas para garantir o afastamento do resto da socie-dade que não pode pagar por circuitos internos de TV, segurança24 horas, carros blindados e outros equipamentos de vigilância econtrole. O Panopticon substitui a ágora. O espaço do debate é omesmo da vigilância. A ciência que se preza é aquela que se ven-de nas prateleiras do globo repórter ou em âmbito internacional,do Dischovery Channel. O físico Marcelo Gleiser vira astro comdireito a coluna semanal em jornal de grande circulação ensi-nando a cosmologia de nosso planeta a um público cada vez me-nos interessado nos primeiros cadernos e cada vez mais leitor desuplemento.A tela abundante oferece indiscriminadamente acesso a umepisódio de angústia doméstica ficcional, a um jogo de tênis, aum utilitário esportivo percorrendo uma montanha, um jogo defutebol, o preparo de uma salada, uma manchete de assassinato,uma piada, um nu, uma vítima de furacão tremendo de frio, umanúncio de jóias... (Gitlin, 2004)Estimulamos as crianças a adolescerem (e adoecerem víti-mas de distúrbios alimentares em busca do corpo perfeito) e osadultos a não envelhecerem sob pena de perderem capital sim-bólico pra trocar no ver-o-peso do vale tudo.Nas palavras de Harvey (1998), presenciamos o colapso doshorizontes temporais e a preocupação com a instantaneidade quesurge, em parte, em decorrência da ênfase contemporânea no cam-po da produção cultural em eventos, espetáculos, happenings eimagens da mídia. Os produtores culturais aprenderam a explorar eusar novas tecnologias, a mídia e as possibilidades multimídia. (p.61)miolo FACED 8 novo.p6529/9/2005, 13:59191
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Revista da Faced, nº 08, 2004192A mídia descobriu no fim do século XX aquilo que Foucault jáprenunciava: “O sujeito é um artifício de linguagem” e, levou essamáxima a seu extremo e de acordo com suas conveniências: ossujeitos e suas histórias de vida são reinventadas de modo grotes-co e ofertados em doses homeopáticas nos programas em que seexploram o ridículo, a tragédia e a miséria humanas, construindoberçários de cinismo pra usar uma expressão do sociólogo G.Simmel.Para Raymond Williams, jamais como sociedade, atuamostanto ou assistimos a tantos atuarem. (...) o que é realmente novoé que o drama é embutido nos ritmos da vida cotidiana. (...) Oque temos hoje é drama como experiência habitual: em muitoscasos, em quantidade maior numa semana do que a maioria dosseres humanos de antigamente poderia ver durante a vida toda. (apudGitlin, 2004:26)As estratégias televisivas criaram, a partir dos modernos sis-temas de produção e criação em que se combinam imagem, som,forma e sentido, um complexo polissêmico em que a imagem tema função primordial na fixação dos signos estimulando a fantasiado sujeito, produzindo estados de excitação e cumplicidade como Doutor que lhe orienta e prescreve hábitos alimentares aosdomingos.Inspirados pela idoneidade moral e conduta acadêmica denossos protagonistas televisivos, milhares de indivíduos acordamdiariamente prontos a começar aquela dieta, dar a tintura do ca-belo ou começar uma nova carreira.O ‘panóptico’, a vigilância do poder pensada por JeremyBentham e depois re-significada por M.Foucault é um exemplobastante ilustrativo de que vivemos em um novo tipo de socieda-de panóptica em que o indivíduo é ‘panopticamente’ seduzidopelo poder da imagem, transformando o cidadão comum numconsumidor mais sofisticado, gerando novas necessidades, ma-nipulando códigos culturais e mexendo com o imaginário daspessoas.Assim, a cada dia surgem novas necessidades, suscitam-senovos desejos, criam-se novas imagens, novos objetos-signos numcírculo vicioso ininterrupto de sedução e consumo.À guisa de conclusão (nunca concluindo), gostaria de dizerque este texto se produziu como um esforço de mapear a cenacontemporânea acompanhando o movimento dos conceitos emmiolo FACED 8 novo.p6529/9/2005, 13:59192
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Revista da Faced, nº 08, 2004 193seu jogo constante de transformação. Obviamente, vocês pode-rão discordar integralmente do que eu digo: afinal, a tramaconceitual produzida por mim relaciona-se com as trilhas e ospercursos epistemológicos que tenho feito. Fica, todavia, o con-vite para o desafio de produzir novas reflexões sobre a temáticaproposta.Se, como diz R. Barthes, ler é encontrar sentidos, precisamosproduzir outros modos de ler a paisagem contemporânea, seusatores, seus dramas e comédias , produzindo outros textos poten-tes, vigorosos e seminais onde os indivíduos se reconheçam eonde cada um de nós se reconheça.ReferênciasBAUMAN, Z. Amor Líquido. Sobre a fragilidade dos laços humanos.Rio de Janeiro:Jorge Zahar editor, 2004.FORBES, J. Você quer o que deseja ? São Paulo: Ed. Best_Seller, 2004GITLIN, T. Mídias sem limite. Como a torrente de imagens e sonsdomina nossas mentes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003HARVEY, D. A condição pós-moderna.São Paulo:Loyola, 1998LIPOVETSKY, G. O Império do Efêmero. São Paulo, Companhia dasLetras, 1989LIPOVETSKY, G. A Era do Vazio: ensaios sobre o individualismo con-temporâneo. Lisboa, Relógio d’Água, s/d. 2000.MAFFESOLI, M. Mediações simbólicas: a imagem como vínculo soci-al. Para Navegar no século XXI. Org. francisco Menezes Martins eJuremir Machado da Silva. Porto Alegre:Sulinas, 2000. P.43-54.STEINBERG, S. R. e KINCHELOE, J.L. Cultura Infantil. A construçãocorporativa da infância. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001SARAMAGO, José. Ensaio sobre a cegueira. São Paulo: Cia. Das Letras,2002.VIRILIO, P. O Espaço Crítico. São Paulo, editora 34, 1993.VIRILIO, P. O resto do tempo. Para Navegar no século XXI. Org. franciscoMenezes Martins e Juremir Machado da Silva. Porto Alegre:Sulinas,2000. P. 113-118.miolo FACED 8 novo.p6529/9/2005, 13:59193
é um tempo estranho
nuvens no céu sem chuva num povo perdido e cego
me vwejo num meio de um turbilhão perdido lost como um lhama em venus
absurdo teatro do nada em meio a seres que se fecham e m seus estomagos egos e devaneios
n ão quero nada
faço que se tem prá fazer prá comer e talvez estar a altura da palavra liberdade
já nem sei mais que é vivver

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Astrónomos detectam enorme "vazio cósmico"









Astrónomos detectam enorme "vazio cósmico"



Astrónomos americanos detectaram um "enorme vazio no espaço", com aproximadamente um milhar de milhões de anos-luz de um lado ao outro, e a uma distância de entre 6 a 10 mil milhares de milhões de anos-luz da Terra.

A revelação consta num artigo a publicar na revista americana The Astrophysical Journal, e foi noticiada pela BBC News.

Este vazio cósmico, descoberto por uma equipa da Universidade do Minnesota (EUA), não contém nem matéria normal - galáxias, estrelas - nem a enigmática "matéria negra" que não pode ser vista directamente pelos telescópios.

Tais vazios - conhecidos por "cosmic gaps" e existentes entre as galáxias - não são novidade para os astrónomos. Mas o volume deste é cerca de mil vezes maior do que seria de esperar num típico "cosmic gap".

Falando à BBC News, o professor Lawrence Rudnick, da Universidade do Minnesota, comentou: "Até os astrónomos têm dificuldade em conceber o tamanho destas coisas. Se nos deslocássemos à velocidade da luz, levaríamos vários anos até atingirmos as estrelas mais próximas na nossa Via Láctea; mas se pretendêssemos ir até este buraco e entrar por um dos seus lados, teríamos de viajar durante milhares de milhões de anos até que pudéssemos sair por outro."

A equipa que descobriu este "buraco" na estrutura do universo usou dados obtidos por um conjunto de 27 rádiotelescópios do Observatório Nacional de Radioastronomia dos EUA, o VLA Sky Survey, instalado no Novo México.

Esta descoberta deverá coincidir de forma exacta com observações da chamada "luz mais antiga" do Universo - a famosa "Cosmic Microwave Background" (CMB), cujo estudo já valeu Prémios Nobel a vários cientistas.

Esta é a radiação que provém de apenas 380 mil anos depois do Big Bang, quando o Universo havia arrefecido a um tal grau que permitiu a existência de átomos de hidrogénio.

Antes, e segundo os cientistas, o Universo estaria tão quente que a matéria e a luz teriam estado "acopladas", e o cosmos seria opaco.

Nos nossos dias, esta luz dos inícios do tempo brilha em comprimentos de onda de microondas , a uns frígidos - 270 graus.

De acordo com observações da CMB feitas pela sonda Wil- kinson Microwave Anisotopy da NASA, existe um "ponto frio" na direcção deste novo "vazio cósmico" agora detectado pelos astrónomos da Universidade de Milwaukee.

A razão da existência deste gigantesco "buraco" não é conhecida. Ainda segundo o professor Rudnick, "isto vai ser um desafio para as pessoas que estão a trabalhar na área do desenvolvimento da estrutura do universo. É um tópico muito importante na cosmologia actualmente".| E.B, com BBCNews, The Astrophysical Journal e WMap e DIREITOS RESERVADOS (imagem)








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tenho vazios e luz buracos negros e invisibilidde
herois e deusas
herois que sempre vencem os viloes sejam quem sejam
já visitei tudo e em todos os espaços já fui e crieie inumeros e junto com as cores a musica e a poesia contrui o amor

sou além de deus criei deus e o chamei de filho
vim de lá onde os pássaros dançam na velocidade da luz e do extase

dei a luz a deusas e trepei com ela s tendo ´céu sob e as estrelas e nuvens entoandos os mais gloriosos salmos ilunmindadas pelo relampag e o trovao ribombando
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Domingo, Fevereiro 22

oi its all

jean luc godard enviou me um e- mail e diss e pra ir a suiça filmar com ele em vide o e em qualquer bitola disse que está pensando num roteiro sobre o